quarta-feira, 27 de agosto de 2014

As Mídias Sociais : Ímpacto social, Pros e Contras

A mídia social é uma coisa boa ou uma coisa ruim? Essa é a pergunta mais freqüente hoje. Bem, há sempre dois lados de tudo; isso depende da sua perspectiva sobre como você percebe isso. O mesmo vale para as mídias sociais, a maioria das pessoas admiram-na como uma invenção revolucionária e alguns parecem tomá-la como um impacto negativo na sociedade. 

Temos compilado algumas das opiniões positivas e negativas das pessoas sobre as redes sociais:

Efeitos positivos:

Amizades e Relacionamentos

As redes sociais começaram como um lugar para se conectar com seus amigos de uma forma fácil e conveniente. Na verdade, muitos de vocês podem ter encontrado seus antigos amigos da escola ou faculdade que estavam fora de contato devido a um motivo ou outro, bem, eu diria que eu tenho que agradecer as redes sociais por isso. As redes sociais nos proporcionou a oportunidade de se conectar com as pessoas e construir um melhor relacionamento com os amigos com os quais somos incapazes de conhecer pessoalmente, e informá-los sobre a nossa vida e saber sobre suas vidas e eventos que acontecem com eles.

Reduzindo as Barreiras de Comunicação

Com as redes sociais somos capazes de comunicar nossos pensamentos e percepções sobre diferentes temas a um grande número de audiências, e levantar a nossa voz. O recurso de compartilhamento disponíveis nas redes sociais faz com que a sua opinião sobre qualquer assunto atingir grande número de pessoas (mesmo para aqueles que não estão na sua lista de amigos). Temos a opção de fazer grupos com pessoas que pensam como a gente e compartilhar a notícia relacionada com eles e pedir a sua opinião ou contribuição sobre o assunto. Simplesmente, há uma série de opções disponíveis para nos comunicar com os outros nas redes sociais.

Oportunidades de Negócios

As redes sociais tornaram-se uma parte crucial de muitos de nós. Nós nem sequer percebemos isso, mas assim que abrimos os nossos desktops ou laptops para acessar a web, nós inconscientemente abrimos nossa rede social favorita só para ver sobre as atualizações recebidas. As empresas tem percebido o valor das redes sociais em nossa vida, e eles estão usando técnicas diferentes para promover seus produtos. Há uma série de aplicações personalizadas feitas nas plataformas sociais, cujo principal objectivo é promover o produto ou marca. Como o marketing social é rentável e as marcas tem um grande público, eles estão mudando mais para o marketing social.

Efeitos Negativos:

Vicia?

Eu sou cético quanto a isso mas muitos estudos têm mostrado que o uso extensivo da mídia social pode realmente causar dependência aos usuários. Durante todo o dia, eles se sentem a necessidde postar algo em suas páginas ou verificar outras mensagens isso se torna uma parte importante da sua vida.

Isolamento, Perda do relacionamento Humano

Milhares de amigos na rede social e mesmo assim passamos os finais de semana na frente do computador.
Uso extremo da mídia social tem reduzido o nível de interação humana. Por causa das redes sociais a interação com outras pessoas tornou-se fácil e as pessoas tem se isolado por trás das suas identidades on-line. A comunicação cara a cara e reuniões foram reduzidas e muitos de nós perderam o sabor e o charme de estar juntos sob o mesmo teto ou num simples passeio.

Afeta a Produtividade

Não por acaso em boa porte dos ambientes de trabalho são proibidos o acesso as mídias sociais. A maioria das empresas usam as mídias sociais para encontrar e se comunicar com os clientes. Mas é uma grande distração para os funcionários, que podem mostrar mais interesse no que seus amigos estão postando que em suas tarefas de trabalho.A Wired.com postou dois estudos que demonstraram danos à produtividade causados ​​por redes sociais. Nucleus Research informou que o Facebook causa 1,5% menos produtividade no escritório, Novos produtos de tecnologia tornaram-se disponíveis que as redes sociais sejam bloqueadas, mas a sua eficácia permanece irregular.

Conclusão:

Mencionamos alguns pontos positivos e negativos da mídia social, mas não explica se a mídia social é boa ou ruim. Ergue-se em algum lugar no meio. Eu gostaria de ouvir seus pensamentos e opinião sobre a questão levantada ... Você acha que as redes sociais são boas ou más?

Retirado do blog de:
Syed Noman Ali
SEO Manager, Cygnis Media

domingo, 24 de agosto de 2014

Continuando o Pensamento do colega Mailton do dia 11/08/2014

Matéria removida do site: http://sibetim.blogspot.com.br/2009/03/sintaxe-e-semantica-de-linguagens-de.html.


E outro http://www.cin.ufpe.br/~ccc2/plc/semantica.ppt.

Ambos possuem conteúdo completo e dinâmico mas não focam em uma única ferramenta de semântica.


segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Para completar o conteúdo sobre Localização onde o Mailton falou no dia 27 de julho sobre conectividade temos o texto abaixo retirado do site http://wirelessmundi.inf.br/noticias-geral/531-nova-tecnologia-de-localizacao-sem-fio-podera-aumentar-seguranca-em-eventos-esportivos.


Nova tecnologia de localização sem-fio poderá aumentar segurança em eventos esportivos

A tecnologia que está sendo oferecida no Brasil é utilizada nos Estados Unidos, especialmente em aplicações críticas como os sistemas que dão suporte a serviços de emergência.

Uma nova tecnologia de localização sem-fio, de alta precisão, está sendo oferecida no Brasil, com o objetivo de atender, principalmente, às necessidades de segurança decorrentes dos grandes eventos esportivos a serem realizados no país – a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Batizada de Uplink Time Difference of Arrival (U-TDOA), essa tecnologia já vem sendo utilizada nos Estados Unidos, especialmente em aplicações críticas como os sistemas que dão suporte a serviços de emergência (911).

“Nesses casos, é necessário obter a localização exata da pessoa que está chamando o serviço, seja qual for o aparelho ou a tecnologia do celular utilizado para fazer a ligação”, afirma Brian Varano, diretor de marketing da TruePosition, empresa norte-americana que oferece uma solução baseada em U-TDOA. Segundo ele, uma das vantagens dessa tecnologia em relação ao GPS (Global Positioning System), hoje bastante utilizado em aplicações que requerem a localização de dispositivos móveis, está justamente no fato de funcionar com qualquer aparelho celular (CDMA, GSM, 3G), sem necessidade de nenhum componente específico de hardware ou software – no caso do GPS, por exemplo, o celular precisa estar equipado com um chip apropriado para ser localizado.

O U-TDOA é um sistema de localização sem-fio terrestre, que utiliza unidades de medição (LMU) instaladas nas torres das redes celulares. Consiste em uma técnica que mede o tempo que o sinal do celular leva para chegar às LMUs e, então, utiliza as diferenças entre esses tempos para calcular a localização exata do dispositivo móvel. Por ser um sistema terrestre, o U-TDOA apresenta outra vantagem em relação ao GPS: a capacidade de detectar sinais procedentes de praticamente qualquer ambiente, inclusive edifícios e outros locais com algum tipo de obstrução ao sinal de satélite. A precisão é, basicamente, a mesma do GPS: 50 metros de raio.

Varano afirma que, nos Estados Unidos, a tecnologia U-TDOA foi escolhida pelas operadoras AT&T e T-Mobile para a localização de chamadas para o serviço 911, sendo responsável por mais 60 milhões de ligações por ano. Segundo ele, a Espanha e diversos países da América Latina também demonstraram interesse em utilizar essa tecnologia em serviços de emergência.

No Brasil, contudo, por causa dos próximos eventos esportivos, a intenção da TruePosition é oferecer outro tipo de aplicação, voltada para a área de segurança. Varano explica que a solução da empresa combina a tecnologia U-TDOA com um sistema de data mining (mineração de dados) sofisticado, que permite não só localizar a origem das ligações como também criar mecanismos de proteção, em tempo real, de ambientes e infraestruturas críticas, como grandes estádios, hidrelétricas, ou instalações da indústria de petróleo e gás, por exemplo.

Uma das possibilidades é a criação de cercas virtuais (de radiofrequência) em torno dessas instalações, de modo a permitir o envio de alertas e o monitoramento de celulares não autorizados a entrar nessas áreas. “Quando um celular não autorizado cruza essa barreira virtual, uma mensagem é enviada imediatamente ao sistema de segurança, que pode passar a monitorá-lo. Além disso, a solução permite saber para quem ele ligou, de quem recebeu ligação, ou ainda enviou mensagens de texto”, acrescenta Varano.

Outra aplicação da tecnologia U-TDOA, que está sendo oferecida como serviço nos Estados Unidos, é o rastreamento de pessoas portadoras de doenças como autismo ou Alzheimer. Varano conta que já existem dispositivos do tamanho de um relógio de pulso, equipados com chip de celular, que permitem localizar em segundos a pessoa desaparecida – basta o responsável por ela solicitar a ativação do serviço. Em geral, o serviço é oferecido pela operadora móvel aos usuários.

E temos também o RADAR / EKAHAU comentado na monografia de Peter Kreslins Junior que fala um pouco sobre o Wireless e Gps retirado do site:



O Que é XML?


 XML, do inglês eXtensible Markup Language, é uma linguagem de marcação recomendada pela W3C para a criação de documentos com dados organizados hierarquicamente, tais como textos, banco de dados ou desenhos vetoriais. A linguagem XML é classificada como extensível porque permite definir os elementos de marcação.

Linguagem de Marcação? 

Linguagem de marcação é um agregado de códigos que podem ser aplicados a dados ou textos para serem lidos por computadores ou pessoas. Por exemplo, o HTML é uma linguagem de marcação para organizar e formatar um website, já o XML tem o mesmo conceito, mas para padronizar uma sequência de dados com o objetivo de organizar, separar o conteúdo e integrá-lo com outras linguagens.

Principais Características do XML

O XML traz uma sintaxe básica que pode ser utilizada para compartilhar informações entre diferentes computadores e aplicações. Quando combinado com outros padrões, torna possível definir o conteúdo de um documento separadamente de seu formato, tornando simples para reutilizar o código em outras aplicações para diferentes propósitos.

Portanto, uma das suas principais características é sua portabilidade, pois, por exemplo, um banco de dados pode escrever um arquivo XML para que outro banco consiga lê-lo.  

Aplicações

Alguns dos propósitos do XML são: auxiliar os sistemas de informação no compartilhamento de dados (especialmente via internet), codificar documentos e inserir seriais nos dados comparando o texto com o de outras linguagens baseadas em serialização.

Quando você recebe atualizações vindas de uma assinatura de RSS, isso só foi possível porque a fonte em questão disponibilizou um arquivo XML que pode fornecer o feed ao programa que fez a leitura instalado em seu computador.

W3C, ou World Wide Web Consortium, é um consórcio de empresas de tecnologia que visa padronizar a criação e interpretação de conteúdos para websites. Foi fundada em 1994 por Tim Berners-Lee, o criador da internet, para extrair o máximo que a rede pode oferecer.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

A arte da perícia digital




Boa noite, pessoal!
Segue um vídeo bem interessante sobre a profissão de perito digital! Nele contém informações relevantes sobre a segurança de nossas informações e os riscos que corremos, quando não tomamos alguns cuidados básicos!

Link para o vídeo!

Material reirado do site!
www.olhardigital.com.br

Sistemas web garantem mobilidade no Comércio Exterior

Softwares como o Smarter, da GETT Tecnologia, tornam as operações rápidas e eficientes



Que a tecnologia evolui a cada dia e facilita a vida de pessoas e empresas, não há dúvidas. E um setor com negócios, tributação e informações tão específicas quanto o Comércio Exterior, precisa caminhar a passos largos para acompanhar todas as mudanças. É neste cenário que cresce o uso de softwares para gestão web. Sistemas como o Smarter, desenvolvido pela GETT Tecnologia, armazenados na nuvem, garantem segurança aos dados através de backups frequentes e acesso facilitado.
“Quando pensamos em desenvolver uma solução para as pequenas e médias empresas do setor, levamos em conta a realidade dos negócios delas. Tratam-se de equipes enxutas, que precisam focar no seu negócio e que não tem tempo nem receita para criar e manter uma estrutura de TI para ter um sistema. Com um software web, não há essa necessidade e as pessoas podem acessar as informações mesmo que não estiverem na empresa, com dados muito bem protegidos”, explica o sócio da GETT, Ricardo Estevam.
Além do baixo custo e da mobilidade, os softwares web, como o SMARTER, possuem uma característica fundamental no que diz respeito a ERPs: escalabilidade. “Com o nosso sistema, as empresas podem crescer sem se preocupar se o ERP vai comportar o negócio, pois ele já está preparado para isso, possui essa habilidade de lidar com uma quantidade crescente de informações sem a necessidade de grandes investimentos.”, explica Ricardo.
O Smarter, além de emitir documentos fiscais e calcular automaticamente os impostos, reduzindo o trabalho manual, é integrado com o Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex), do Governo Federal. Outra característica desse tipo de sistema é disponibilidade, já que contam na sua maioria com servidores redundantes em locais diferentes para manter o acesso ao sistema sempre ativo. “No Comércio Exterior, qualquer minuto é fundamental e diminuir o trabalho manual, contar com um software específico e poder acessá-lo de qualquer lugar são opções que deixam os negócios muito mais seguros e eficientes”, conclui Ricardo.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Segurança da Informação e Mobilidade.

Proteção da Informação: desafio é maior com mobilidade, cloud computing e redes sociais?

Para completar o post sobre Web Semântica, um vídeo interessante de um debate entre profissionais que discutem sobre web Semântica e os novos desafios. Web Semântica | Os desafios por trás da nova Web
Paradigmas de Linguagens de Programação

Comparação entre os Paradigmas Imperativo e Orientado a Objetos

Resumo
O que determina a visão que um programador tem  sobre a estruturação e execução de um programa é um  paradigma de programação. No paradigma orientado a  objetos o programador tem a possibilidade de abstrair o  programa como uma coleção de objetos que interagem  entre si, já no paradigma imperativo ele basicamente  descreve comandos que mudam o estado do programa. Utilizando o paradigma imperativo para codificação de  programas notou-se que partes do código se repetiam ao  longo dele. No paradigma orientado a objetos isso é  reduzido de forma drástica. Esse artigo descreve as  principais características desses paradigmas, e as suas  vantagens e desvantagens

1. Introdução
Um paradigma é, basicamente, um modelo  interpretativo de certa realidade. Ele possibilita a 
organização de idéias com o objetivo de entender essa  realidade, ou estabelecer a melhor maneira de agir sobre  ela. Existem vários paradigmas de programação, e a  maioria deles pode ser considerado como formador de um  desenvolvimento ao longo de um mesmo padrão de  idéias. Esse padrão é assinalado pela arquitetura Von  Neumann, que dita as principais características desse  modelo de idéias. O desempenho de execução de um  programa é determinado pelo seu desempenho em um  computador Von Neumann. Dessa forma, essa arquitetura  deu suporte para projetos de linguagens de programação.
Nasce, assim, o primeiro paradigma de programação,  o convencional, que abrange o imperativo e o 
procedimental, como apresenta Barbosa [1]. O paradigma  imperativo consiste na criação de sistemas através de  comandos ou instruções imperativas. Alguns exemplos de  linguagens que se baseiam nessa modelagem  computacional são: Basic, C, Cobol, Fortran e Pascal. Mais tarde, emergiram paradigmas não convencionais. Os quais pertencem as linguagens criadas com o objetivo  de facilitar a solução de problemas específicos. Os  paradigmas funcional, lógico, orientado a objetos e  orientado a agentes são não convencionais. O paradigma  orientado a objetos propõe a aproximação entre a modelagem computacional e o mundo real. Alguns  exemplos de linguagens que se baseiam nessa modelagem  computacional são: Smalltalk, C++, Java e C#.

É muito importante não confundir um paradigma de  programação com a linguagem. Um paradigma é um 
estilo fundamental de programação, a linguagem é um método padronizado para expressar instruções para o  computador. Uma linguagem de programação pode  suportar múltiplos paradigmas, por exemplos, programas  escritos em C++ podem ser puramente imperativos, ou somente orientado a objetos. E ainda podem conter elementos de ambos os paradigmas. Quem decide como  empregar as configurações de cada paradigma são os projetistas de software.

Algumas linguagens de programação são criadas para  suportar paradigmas específicos, como Smalltalk que é  destinada a programação orientada a objetos e Haskell, aplicada a programação funcional. Enquanto outras  linguagens de programação sustentam múltiplos  paradigmas, tais como: Object Pascal, C++, Java, C#,  Visual Basic, Common Lisp e Python. 

2. Paradigma Imperativo
O paradigma imperativo descreve a computação como  ações, comandos, que mudam o estado, variáveis, do  programa. Ele é bastante parecido com o comportamento  das linguagens naturais que expressão ordens. Programas  escritos no modo imperativo são seqüências de comandos  para o computador executar. Algumas de suas  desvantagens são: focalizar o “como” e não “o quê”, e ter  um relacionamento indireto com E/S, o que induz a erros.  A sua eficiência, o fato de ser o paradigma dominante,  bem estabelecido, natural e flexível são algumas de suas  vantagens. 

Uma linguagem de programação bastante conhecida  que usa esses conceitos é o C. Essa linguagem é de  propósito geral, estruturada, imperativa, procedural, de  alto e baixo nível. Foi criada em 1972, por Dennis 
Ritchie, no AT&T Bell Labs, para o desenvolvimento do  sistema operacional Unix. Abaixo, na ilustração 1, é dado  um exemplo de codificação usando o paradigma  imperativo e a linguagem C. A execução desse programa gera um simples HelloWorld escrito na tela.

 /* Programa Hello World */ #include<stdio.h> /* 

Pacotes com funções de entrada e  saída 
*/ int main(void)
{
 printf("Hello World");
 return 0; /* Retorna 0, pois main retorna um int */
}
Ilustração 1: Exemplo de código usando o 
paradigma imperativo.


3. Paradigma Orientado a objetos
No mundo real, objetos são entidades que possuem  ma identificação. Eles podem tanto representar um  entidade concreta, um arquivo no meu computador, um  carro, como podem representar um entidade conceitual,  uma estratégia de jogo, uma política de escalonamento em  um sistema operacional. Mesmo que mais de um objeto  possua características idênticas, eles são distintos pelo  fato de cada um ter a sua identidade. 

Diferente do mundo real, os objetos em função de uma  linguagem de programação precisam de um mecanismo  de identificação. A identificação deve ser única, uniforme  e independente do conteúdo do objeto, para possibilitar a  criação de uma coleção de objetos.  O conjunto de operações que pode ser executados  sobre o objeto define o seu comportamento, e a sua  estrutura é representada em termos dos atributos.  Agrupamos em classes os objetos que tem a mesma  estrutura e comportamento. Segundo Ricarte [2], uma  classe é uma abstração que descreve propriedades  importantes para uma aplicação e simplesmente ignora o  resto dela.  Uma classe, basicamente, descreve um conjunto de  objetos individuais, os quais podem ser infinitos  teoricamente. Porém, na prática as limitações de memória  tornam isso impossível. Podemos chamar um determinado  objeto de instância de certa classe. Cada instância de  classe, ou objeto, tem valores próprios para seus atributos,  mas compartilham os seus nomes, além disso, elas  dividem os mesmos métodos. Os métodos são  implementações específicas de uma operação para certa 
classe.

O fato de uma mesma operação poder se comportar de  forma diferente em classes diferentes é o que chamamos  de polimorfismo. Um exemplo é o método move, que  quando aplicado a um carro tem um comportamento  diferente de quando aplicado a uma janela de um sistema  de interfaces gráficas. 
A herança é um recurso que possibilita o  compartilhamento de atributos e operações entre as classes e é baseada em um relacionamento hierárquico.  Ela nos permite definir uma classe de forma genérica e  depois refiná-la sucessivamente em subclasses. As  subclasses herdam as propriedades da classe mãe e  adicionam as suas. Fazendo isso, as propriedades da  classe base não precisam ser repetidas nas classes  derivadas. A capacidade de agrupar as características  comuns de várias classes em uma genérica pode diminuir  radicalmente a repetição de código em um programa,  sendo uma das principais vantagens da utilização de 
orientação a objetos. A linguagem de programação Java utiliza todos os  conceitos de orientação a objetos. Porém ela não é  totalmente orientada a objetos, sendo possível programar  nessa linguagem usando somente o paradigma imperativo.  Algo que não seria uma boa prática, pois não estaríamos  utilizando todo o potencial da linguagem e do paradigma. 


4. Conclusão
A principal diferença que o paradigma orientado a  objetos tem em relação ao imperativo é o fato de trabalhar  os dados, e não o estado de funcionalidade da máquina. Ele enfoca a estrutura de dados e seu comportamento, assim gerando uma identidade que chamamos de classe.  Os objetos são resultados de uma implementação dessa  classe. O poder de abstração que o paradigma orientado a  objetos nos oferece, ao suportar heranças e polimorfismo,  é outra diferença em relação ao imperativo.


5. Referências

[1]. J.L.V. Barbosa. Paradigmas de Desenvolvimento de  Sistemas Computacionais. Porto Alegre. PGCC da UFRGS.  1998. Trabalho Individual II.

[2]. Ivan Luiz Marques Ricarte 2001-06-01



Conteúdo removido de "http://professor.unisinos.br/barbosa/grefe/atividades/at1/joao_1.pdf". Elaborado por João Henrique da Rosa.

Equipe IS2RN escolhe tecnologia capaz de detectar a localização de smartphones

A equipe IS2RN, finalista desta edição Desafio Unicamp de Inovação Tecnológica, competição de modelo de negócios a partir de tecnologias geradas pela universidade, desenvolveu seu modelo de negócio com base na tecnologia iBeacon, que é capaz de detectar a localização de smartphones próximos e, assim, enviar notificações para eles automaticamente. Além disso está trabalhando com a patente desenvolvida pelo Professor Sávio Vianna, da Faculdade de Engenharia Química da Unicamp, sobre método de distribuição otimizada de dispositivos, que será usada para determinar a melhor distribuição dos iBeacon em uma determinada área (por exemplo, uma loja ou shopping), garantindo plena cobertura e triangulação (localização exata) dos smartphones.  ”O segmento de clientes vai tanto do usuário que possui smartphone e faz compras em shoppings, até os lojistas e shoppings em geral. Propõe-se direcionar o cliente certo para a compra certa e mapear informações sobre o comportamento dos compradores. Junto com isso, haverá também uma rede construída especialmente para os compradores poderem trocar informações entre si, bem como com os responsáveis dos estabelecimentos”, afirma Marcelo Herman Behrens, um dos membros da equipe IS2RN e graduando em gestão de empresas pela Unicamp.

A equipe – que é composta ainda pelos alunos da Engenharia da Computação Ramon Maciel e Tiago de Lima Ferreira, além de Raíza Balbino e Sayonara Carneiro, alunas de Engenharia de Controle e Automação e Engenharia Química, respectivamente – decidiu pelo modelo de negócio voltado tanto para as empresas, quanto para os próprios consumidores. “Escolhemos trabalhar com a tecnologia iBeacon por ser uma tecnologia nova, em estágio de crescimento e grande potencial inexplorado de mercado além da facilidade de aplicação em grande escala, permitindo a alavancagem do projeto e diversificação para outras soluções. A ideia da tecnologia (Ibeacon) ser utilizada para marketing digital surgiu da necessidade de criar um modelo de negócio escalável, a partir de uma tecnologia nova no mercado e visando atender um setor que hoje em dia carecia de soluções inovadoras”, explica. Behrens conta que a escolha da equipe por esta patente se deu a partir de uma primeira análise do potencial da exploração da patente e do grande número de mercados possíveis a serem atendidos e que a interação com o mentor acadêmico, que foi o próprio desenvolvedor da tecnologia, permitiu o aprendizado sobre aplicações reais da tecnologia. Na opinião dele, a experiência no Desafio Unicamp e a interação com os mentores acadêmico e empresarial foi de extrema importância para a elaboração do modelo de negócio, pois proporcionou a estruturação do mesmo e aprendizados aos participantes. A final do Desafio Unicamp acontece no próximo dia 2 de julho, às 15 horas, no auditório do Conselho Universitário (Consu). O evento é fechado para convidados e equipes finalistas. Em 2014, o Desafio, que está na quarta edição, é patrocinado pela Capes, Embraer, Movile, Cristália, LDSoft, Banco do Brasil e EDTI. A competição também conta com o apoio institucional do Unicamp Ventures, da Baita, da Associação Campinas Startups, Núcleo das Empresas Juniores da Unicamp, do Ciesp Campinas, da Liga Empreendedora, Dika Job e Agenda Pet. 


Uma linguagem ambiciosa


Linguagens de programação não são usadas apenas por programadores: matemáticos, estatísticos e pesquisadores também precisam lidar com elas, o que nem sempre é uma tarefa fácil ou rápida. E se houvesse uma linguagem feita especialmente para todos eles?
Jeff Bezanson, um de seus criadores, que dá para evitar as desvantagens de outras linguagens, pois “boa parte delas foi projetada de forma caótica”. É possível repensá-las para criar uma nova, mantendo suas vantagens.
A Julia é bastante adequada para uso técnico, por ser mais rápida que Matlab (feita para álgebra linear), R (para estatística), Python e até mesmo a Go, criada pelo Google para compilar programas mais rapidamente. Este gráfico ajuda a entender isso (menor é melhor):
Também é possível compilar programas mais rápido com a Julia. Geralmente, você precisa converter seu código para Java ou C e então compilá-lo, o que pode resultar em erros. Com a nova linguagem, é possível fazer isso diretamente, usando a ferramenta LLVM– que conta com o apoio de Apple e Google.
Tem mais: caso seu programa tente resolver um problema difícil, é possível dividi-lo em partes e distribuí-lo entre vários computadores – isso se chama paralelismo. Dessa forma, é possível replicar parte do Hadoop, sistema usado pelo Facebook e Yahoo para análise de dados.
Você pode testar a Julia neste link; ela está disponível para Windows, OS X e Ubuntu. A documentação está disponível.
Desenvolvida desde 2009 com apoio do MIT, a Julia lançou sua primeira versão de código aberto em fevereiro de 2012. Na época, Bezanson e a equipe explicaram porque criaram uma nova linguagem:


       "Nós somos gananciosos: nós queremos mais.
Queremos uma linguagem que seja open source, com uma licença liberal. Queremos a velocidade do C com o dinamismo do Ruby. Queremos uma linguagem que tenha homoiconicidade, com macros de verdade como o Lisp, mas com notação matemática óbvia e familiar como o Matlab. Queremos algo tão útil para a programação em geral como o Python; tão fácil para estatística como o R; tão natural para o processamento de string como o Perl; e tão poderoso para a álgebra linear como o Matlab… Algo que seja bem simples de aprender, mas que ainda satisfaça os hackers mais sérios. Queremos que ela seja interativa e facilmente compilada."

Mesmo sendo tantas coisas ao mesmo tempo, ela “não é exatamente ideal para criar aplicativos de desktop ou sistemas operacionais”, como Benzason disse. É possível usá-la para programação web, no entanto, mas ela é inicialmente focada em uso técnico.
Por mais que a Julia traga tantas vantagens, ela ainda é mais uma entre diversas opções de programação. É difícil concorrer quando há tantas opções já estabelecidas, mas ela ainda tem chance. Na verdade, ela ajuda a repensar a programação, mostrando que uma só linguagem pode oferecer de tudo. Que vença a melhor.
matéria de Felipe Ventura. 

As características de Julia são tipagem opcional, multiple dispatch, e bom desempenho, alcançado utilizando inferência de tipos e compilação just-in-time (JIT), implementada utilizandoLLVM Ela é multi-paradigma, combinando características de programação imperativa, funcional e orientada a objetos. A sintaxe de Julia é similar a do GNU Octave ou METALAB(R) e consequentemente os programadores que que já utilizam estas linguagens devem sentir-se imediatamente confortáveis com Julia. Enquanto MATLAB(R) é um bem eficiente para experimentações e explorações de álgebra linear numérica, possui limitações para tarefas computacionais fora deste campo relativamente pequeno. Julia mantem a facilidade e expressividade do MATLAB(R) para computação numérica de alto nível, mas ultrapassa as limitações comparadas a uma linguagem de programação de propósito geral. Para alcançar isso, Julia é construída com heranças das linguagens de programação matemática, mas também herda muito de outras linguagens dinâmicas populares, incluindo Lisp, Perl, Phyton, Lua e Ruby.
As características mas significativas de Julia em relação a linguagens dinâmicas típicas são:
  • O núcleo da linguagem impõe muito pouco; a biblioteca padrão é escrita utilizando a própria linguagem Julia, incluindo operadores primitivos como operações aritméticas de inteiros
  • Uma grande variedades de tipos para construir e descrever objetos, que pode também, opcionalmente, ser utilizado para fazer declarações de tipos
  • A habilidade de definir o comportamento de funções com base na combinação de vários tipos de argumentos via multiple dispatch
  • Geração automática de código eficiente e especializado para diferentes tipos de argumentos
  • Bom desempenho, aproximando-se de linguagens estáticas e compiladas como C

Algumas das vantagens de Julia em comparação com outros sistemas são:



  • Livre e open source (Licença MIT)
  • Tipos definidos pelo usuário são rápidos e compactos como tipos nativos
  • Ausência da necessidade de vetorizar códigos por desempenho; códigos não vetorizados são rápidos
  • Projetado para computação paralela e distribuída
  • Lightweight “green” threading coroutines [7][8]
  • Sistemas de tipos não obstrutivos mas poderoso
  • Conversão e promoção de tipos numéricos e outros de forma elegante e extensível
  • Suporte eficiente para Unicode, incluindo mas não limitado ao UTF-8
  • Chamadas de funções em C de forma direta (sem necessidade de wrappers ou API especial)
  • Capacidade semelhante a de uma poderosa shell para gerenciar outros processos
  • Macros de forma parecida a Lisp e outras facilidades de metaprogramação

  • quinta-feira, 7 de agosto de 2014

    Completando o artigo do dia 04 de Agosto que fala sobre a evolução da web,  decidir falar um pouco sobre a web 5.0.

    Web 5.0 a rede sensorial-emotiva: a idéia aqui é trazer sentimento às nossas interações com a rede. Ela interpretará nossas emoções. Ao determinar nossas emoções, somando-se às tecnologias e conhecimentos deixados pelas antecessoras, ao saber que estamos “tristes”, por exemplo, a web nos apontará os melhores lugares com pessoas mais divertidas para nos animar. A web 5.0 será, sem dúvida, mais “afável” que as anteriores; e a mais manipuladora também. Fonte: https://ideiascorporativas.wordpress.com/tag/web-5-0/.
    Há também um artigo muito interessante sobre essa nova evolução no site: http://link.springer.com/article/10.1007%2Fs40196-013-0016-5#page-1 , o artigo Web 5.0 The future of emotional competences in higher education.

    terça-feira, 5 de agosto de 2014

    WEB SEMÂNTICA???




    Web semântica

    O que é?
    Ela é uma web onde não somente as pessoas possam entender mas principalmente os computadores ou seja, o seu objetivo principal é desenvolver tecnologias e linguagens que tornem a informação legível para as máquinas facilitando a elas nos ajudarem em tarefas que precisamos fazer manualmente como uma pesquisa por exemplo.

    Antes do surgimento desse tipo de web a internet era utilizada de uma maneira mais simples seus métodos de organização de informação chamado “web sintática” quer era um modo de apresentação de informação onde o somente o ser humano compreendia. Isso podia ser visto quando pesquisamos algo em um método de busca (como dos arquivos no computador) e o resultado traz a informação de acordo com as palavras digitadas, mesmo não possuindo mesmo contexto.



    Mas devido ao crescimento da internet e a liberdade de publicação de suas próprias informações, o volume de informação fora tão grande que tornou mais confuso pesquisar e navegar devido a poluição de pesquisas. Mas graças a web semântica, esse problema foi se resolvendo aos poucos pois ela não só representa a informação de uma forma que nós entendemos como de uma forma formatada ao entendimento dos computadores, ou seja , o que você procura vem no contexto pesquisado.

    Quando Surgiu?

    A idéia dessa web veio em meados de 2001 com Tim Berners-Lee onde apresentou um artigo na revista Scientific American, intitulado: “Web Semântica: um novo formato de conteúdo para a Web que tem significado para computadores vai iniciar uma revolução de novas possibilidades. ”