segunda-feira, 22 de setembro de 2014

http://www.redesegura.com.br/2010/10/recomendacoes-iso-iec/
Blog sobre recomendações de segurança na web!
Rede Wifi e segurança

Eis um assunto legal com dicas de segurança para colocar em sua Wifi, ótimas dicas. Não percam, engloba quesitos básicos que vimos já em sala de aula.

vídeo removido do site "http://olhardigital.uol.com.br/video/40837/40837"

http://olhardigital.uol.com.br/video/40837/40837

sábado, 20 de setembro de 2014

Testador de Software!


Pessoal só complementando a informação a respeito dos testadores de software, que foi passada em sala pelo professor Douglas, segue um vídeo sobre o assunto.

Link.
http://olhardigital.uol.com.br/video/36221/36221

Vídeo retirado do site.
www.olhardigital.com.br

Como manter seus arquivos seguros na nuvem!


Boa noite pessoal, segue um vídeo bem interessante que fala sobre segurança de dados armazenados na nuvem! O que é uma tendência cada vez mais forte, e que quase todos utilizamos atualmente

Link do Vídeo
http://olhardigital.uol.com.br/video/44223/44223

Vídeo retirado do site: www.olhardigital.com.br

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Localização


Eis um vídeo muito interessante que fala sobre um caso não tão antigo do avião da Malásia Air Lines que simplesmente sumiu. A tecnologia em questão trata da segurança dos equipamentos de localização e o custo pelo benefício que poderia resultar na perda destas vidas.

Vídeo removido do site: http://olhardigital.uol.com.br/video/40953/40953.


sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Conheça o Type-C, novo padrão USB!


No último mês, a USB-IF, organização responsável por desenvolver o USB, anunciou que havia criado um novo padrão para o cabo: o Type-C. A grande novidade do modelo fica por conta da sua entrada, que além de menor, é reversível. O AnandTech teve acesso ao cabo e fez um hands-on do novo cabo. De acordo com o site, o USB possui o tamanho de um conector MicroUSB e encaixa de qualquer lado, já que os pinos responsáveis por transmitir os dados estão presentes tanto em cima quanto embaixo.

Reprodução
O Type-C usa USB 3.1 e de acordo com a USB-IF, chega a velocidades de até 1,25GB/s, o que corresponde ao dobro do 3.0. Nos testes do AnandTech, uma troca de dados alcançou 833MB/s.
Em relação à energia, o site afirma ainda que o novo padrão é capaz de fornecer até 100W nos dois sentidos, isto é, o Type-C pode enviar e receber energia por meio da mesma porta. O mesmo também aconteceria em transmissões de áudio e vídeo, como por exemplo, ao conectar um laptop a um monitor, o USB carregaria a bateria do laptop.
A previsão da USB-IF é que o Type-C chegue ao mercado em 2015.


Type-C, novo padrão USB

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

O que são Redes Neurais?


A humanidade sempre desenvolveu máquinas para nos auxiliar. Elas aperfeiçoam nossa potência ou velocidade, reduzindo o tempo de trabalho ou aumentando nossa força. São poucas as máquinas que fazem o que o ser humano não faz, mas todas fazem o que fazemos de uma forma muito mais eficaz.
Recentemente, principalmente a partir da Terceira Revolução Industrial, com o desenvolvimento de computadores e a implantação de sistemas informatizamos no trabalho, muitos pesquisadores vêm desenvolvendo máquinas para nos ajudar a pensar melhor. Conseguimos até agora, com bastante eficácia, melhorar nossa força, nosso rendimento, nossa velocidade, mas mal arranhamos a capacidade de melhorar nossa inteligência. Isso acontece principalmente porque mal conhecemos como ela funciona.
Muitas pessoas defendem que a inteligência é fruto do pensamento lógico e desenvolveram vários sistemas lógicos diferentes, culminando na criação dos computadores. Outras pessoas defendem que a inteligência humana é fruto de como nosso cérebro é organizado. Esse grupo desenvolveu, na década de 1940 e 1950, a teoria das Redes Neurais.
Essas redes eram tão promissoras, que vários pesquisadores acharam que isso não daria certo ou esse modelo nunca alcançaria as previsões feitas até então. Durante mais de 20 anos, as pesquisas sobre redes neurais caíram em descrédito e mais ênfase foi dada à computação lógica conhecida e utilizada atualmente.
Porém, de um tempo para cá, principalmente devido ao avanço das neurociências, as pesquisas sobre redes neurais foram retomadas e muita coisa foi desenvolvida. Existem pesquisas, por exemplo, para o desenvolvimento de neuro computadores Para se entender melhor o que são as Redes Neurais e como seria os computadores baseados nelas, vale à pena conhecer como funcionam os neurônios.

Comportamento dos Neurônios

Os neurônios são as células que formam o nosso cérebro. Elas são compostas basicamente por três partes: os dentritos, que captam informações ou do ambiente ou de outras células, o corpo celular ou Soma, responsável pelo processamento das informações, e um axônio, para distribuir a informação processada para outros neurônios ou células do corpo. Só que uma célula dificilmente trabalha sozinha. Quanto mais células trabalharem em conjunto, mais elas podem processar e mais eficaz torna-se o trabalho. Logo, para o melhor rendimento do sistema são necessários muitos neurônios.

Dos Neurônios às Redes Neurais

Foi pensando em como os neurônios trabalham que pesquisadores desenvolveram neurônios artificiais. Cada um tem dois ou mais receptores de entrada, responsáveis por perceberem um determinado tipo de sinal. Eles também possuem um corpo de processadores, responsável por um sistema de feedback que modifica sua própria programação dependendo dos dados de entrada e saída. Finalmente, eles possuem uma saída binária para apresentar a resposta “Sim” ou “Não”, dependendo do resultado do processamento.
Um neurônio artificial tenta imitar o comportamento de um neurônio natural.
Um neurônio artificial é capaz de um único processamento. Cada entrada recebe somente um tipo de sinal ou informação. Como um neurônio pode possuir várias entradas, então ele pode perceber diferentes sinais. Porém, ligar vários neurônios similares em rede, faz com que o sistema consiga processar mais informações e oferecer mais resultados.
Por exemplo, é possível criar um sistema para identificação de bananas e maças. Para tal, cria-se neurônios sensíveis a cor e forma. Os de cor percebem o amarelo e o vermelho. Os de forma percebem o redondo e o comprido. Cada neurônio, então, possui quatro entradas, uma para cada informação.
Para obter um melhor rendimento do sistema, cria-se uma rede em camadas: uma primeira camada com quatro neurônios (um para cada sinal de entrada), uma segunda camada oculta de processamento com três neurônios e uma camada de saída com dois neurônios, um para avisar quando é uma maça e outro para avisar quando é uma banana.
Uma rede neural é capaz de identificar diferentes padrões.
O segredo não está na arquitetura dessa rede, mas na forma como ela processa: Redes Neurais não rodam programas, elas aprendem!
O aprendizado das Redes Neurais
Não existe uma programação pré-definida dos neurônios artificiais, como existem nas portas lógicas utilizadas nos circuitos computacionais. Ao invés disso, eles possuem um sistema de feedback que modifica sua programação. Cada informação processada gera um peso, dependendo do resultado. Se for um acerto, ela ganha um ponto, se for um erro, ela perde meio ponto.
Dessa forma, a rede neural do exemplo acima testa várias vezes a percepção do objeto. A cada acerto, os neurônios envolvidos no processamento ganham um ponto e aquela rede é reforçada. A cada erro, esses neurônios perdem meio ponto. Dessa forma, o sistema cria a rotina de seguir o caminho com mais pontos sempre. Quanto mais tentativas, mais aprimorado fica o sistema, chegando, ao final de um processo de aprendizado, a executar tarefas quase sem erro algum.
Uma rede neural não precisa de memória para executar suas tarefas aprendidas.A grande vantagem disso é que para executar tarefas, uma rede neural não precisa guardar instruções de comando e executá-las de forma lógica, como num computador tradicional. Ao invés disso, a rede aprende o que é preciso ser feito e executa a função. Dessa forma, uma mesma rede, se ela for capacitada com os neurônios necessários para tal, é capaz de executar várias funções diferentes, independente de espaço de memória.
Isso porque em uma mesma rede é possível criar várias regras diferentes. No exemplo acima, podemos ainda ensinar a rede a detectar bolas amarelas ou bastões vermelhos, utilizando os mesmos neurônios e as mesmas regras. A diferença é q precisaríamos capacitá-las com neurônios de saída extras para cada nova informação que queremos dela e outros neurônios ocultos para facilitar o processamento. Mas isso não implica em criarmos novas regras ou novas programações, somente em ensinar o sistema e executar novas funções utilizando a mesma rede existente.
Em sistemas mais elaborados, uma rede neural consegue aprender qualquer função que uma pessoa possa saber e não há limites para a quantidade de informação que ela possa processar.
Inteligência Artificial (IA)
As redes neurais são principalmente utilizadas para criar sistemas de inteligência artificial. Os computadores tradicionais podem fazer isso de forma simulada, mas sua principal função é seguir regras ou comandos oferecidos pelo usuário. Assim, a inteligência artificial gerada por computadores tradicionais são simulações de inteligência real, ou seja, apresentam respostas segundo regras e comandos de um programa pré-estabelecido.
Um sistema inteligente é capaz de resolver problemas de forma eficaz.Acontece que a verdadeira inteligência não é a capacidade de seguir regras, mas sim a capacidade de resolver problemas. Mais inteligente é o sistema que consegue resolver problemas diferentes de forma eficaz. Baseado nisso, temos então duas formas diferentes de inteligência artificial, ou IA, a simbólica e a conexionista.
A IA simbólica simula o comportamento inteligente. Ela é baseada em uma programação que indica quais respostas devem ser dadas diante de determinados comandos. Essa IA é a utilizada em programas “inteligentes”, como corretores ortográficos ou simuladores dos mais variados. A questão é que esses programas dificilmente aprendem coisas novas, somente se você incluir novas programações. Essa é a IA mais comum.
A IA conexionista simula a estrutura do cérebro, pois acredita-se que a inteligência está na forma de processar informação e não na informação processada. Como o sistema do cérebro é inteligente, usa-se tal modelo para desenvolver IA. Assim, os sistemas de IA baseados em redes neurais conseguem aprender com seus erros e executar diferentes processos, independente de instruções.
As Redes Neurais e o Perceptron
Não só pensando nisso, mas principalmente tentando desenvolver melhores formas de inteligência artificial, alguns pesquisadores começaram a estudar o funcionamento dos neurônios. Em especial, Frank Rosenblatt pesquisou a estrutura da retina humana. Ela é composta por vários neurônios sensoriais, responsáveis por perceber as cores e as formas. Cada um desses neurônios transmite uma resposta em rede para vários outros neurônios que então enviam suas informações para o cérebro para finalmente processá-las e transformá-las em imagens. Essa é a base de funcionamento dos neurônios artificiais, que levaram ao desenvolvimento do Perceptron.
No início, um computador ocupava uma grande sala de trabalho.
O Perceptron foi à primeira máquina criada para processamento de informação feita sobre o sistema de redes neurais. Ele foi o primeiro sistema de processamento pequeno o suficiente para ser usado por uma pessoa, diferente dos computadores da época que ocupavam salas enormes com seus processadores. Ele foi considerada por muitos como o pai do computador pessoal.
Atualmente, o Perceptron é conhecido como a forma de processamento de informação baseado em redes neurais. Ele é construído com neurônios artificiais, formando redes de processamento. Uma rede dessas é chamada de Perceptron.
Diferenças entre Computador e Perceptron
A melhor forma de compreender a singularidade desse sistema é compará-lo ao computador. Talvez a característica mais marcante de um Perceptron seja que ele não executa programas, mas os aprende. Em um computador, instala-se instruções de comando que formam um programa. Em um perceptron, treina-o para executá-los. As informações não são gravadas, mas aprendidas.
Um computador funciona a partir da execução de operações lógicas, rodando programas que podem
er reduzidos à combinação de procedimentos de lógica booleana. Por sua vez, um perceptron é capaz de processos não-lógicos, comparações e transformações, pois seus sistema não é condicionado a um funcionamento lógico e linear.
Essas são as principais difernças entre um computador e um perceptron.
Ao mesmo tempo, um perceptron é capaz de múltiplos processamentos e testes de hipóteses em paralelo, enquanto computadores funcionam com um processamento em cada circuito de cada vez. Isso faz com que a velocidade de processamento do perceptron seja muito maior do que a de um computador tradicional.
Finalmente, um computador está preso à sua programação. Ele só executa aquilo que foi programado. Enquanto isso, um perceptron pode perceber novas possibilidades, aprender com as tentativas e erros e apresentar novos resultados.
Conclusão
Sabe-se que nenhuma máquina é capaz de superar a inteligência humana. Muitas são capazes de vários processamentos por segundo, de calcular inúmeras possibilidades, mas nenhum computador é capaz de aprender com seus erros. Já os perceptrons nos mostram que podemos construir máquinas realmente inteligentes, capazes de aprender, de errar, de melhorar e principalmente, que não são presos a programações que podem falhar. O que limita uma máquina dessas é sua própria experiência.
Aliado a isso e ao uso de nanotecnologia, podemos esperar grandes avanços nos computadores e na forma como entendemos a mente humana. O que virá disso tudo, só o futuro pode dizer.

domingo, 7 de setembro de 2014

http://www.amcham.com.br/business-in-growth/noticias/mobilidade-interacao-e-convergencia-sao-principais-tendencias-de-tecnologia-para-2013


Uma matéria do ano passado mas que tem conteúdo textual interessante par analisar entre o que é pensado e o que é realizado:

Mobilidade, interação e convergência são principais tendências de tecnologia para 2013


obilidade, interação e convergência aparecem entre as principais palavras-chave usadas para prever o futuro da tecnologia. Apontando tendências que devem se consolidar em 2013 e nos próximos anos, especialistas e executivos de empresas do setor que participaram do Fórum Conectividade e Mobilidade da Amcham-São Paulo nesta quinta-feira (25/10) dizem que a internet vem mudando a cultura de consumo ao mesmo tempo em que há uma penetração cada vez mais forte do uso de gadgets como smartphones e tablets
Esses dois vetores estão alterando o modo como o consumidor escolhe seus produtos e os compra, a maneira como os profissionais trabalham e sua produtividade, e até o meio pelos quais as pessoas se relacionam. 
Várias tendências foram destacadas pelos participantes do segundo painel do evento, cujo debate tratou de como organizações de tecnologia e telecomunicações têm possibilitado e influenciado a mobilidade. Acompanhe as seis principais, compiladas pela Amcham: 
1. Mobilidade tecnológica
A mobilidade vai se intensificar muito nos próximos anos, com dispositivos – como smartphonestablets e muitos outros – mais baratos e acessíveis. 
A mobilidade ajuda a resolver os problemas tanto do consumidor quanto das companhias – incluindo as pequenas – em tempo real, avalia Weber Canova, vice-presidente de Inovação e Tecnologia da TOTVS. “Nos últimos cinco anos, um grande número de pequenas empresas passou a usar a internet em seu dia a dia de maneira abrangente”, afirma. “A ideia é capturar a informação e a transação onde quer que elas aconteçam.” 
Bruno Nowak, diretor de Estratégias e Desenvolvimento de Novos Negócios da Motorola Solutions, cita alguns exemplos de usos de dispositivos móveis que ainda podem parecer distantes, mas cujos avanços já são testados por empresas mundo afora. É o caso do RFID (identificação por radiofrequência) e de análises de vídeos para observar prateleiras (de supermercados e redes varejistas) e entender onde há quebras de vendas. O RFID é capaz de verificar se um item acabou em uma gôndola e enviar um alerta à área de estoque de uma rede de lojas a fim de que seja providenciada reposição ou compra de mais itens com o fornecedor. 
2. Conectividade e convergência de formatos
Assim como a mobilidade, a conectividade tende a se multiplicar. “A conectividade vai se acelerar. A internet das coisas vai permitir que múltiplos dispositivos estejam conectados”, avalia Marcelo Leite, diretor de Novas Tecnologias da Cisco. “Hoje, menos de 1% dos dispositivos conectáveis estão conectados. Imagine quando começarmos a progredir.” 
O futuro será o lugar de automóveis com conexão à web, televisões integradas a tablets e computadores, geladeiras capazes de identificar produtos e comprá-los automaticamente pela internet. 
Cássio Tietê, diretor de marketing para o segmento de tablets e smartphones da Intel Semicondutores, aponta que a tecnologia que conhecemos hoje também deve se adaptar à convergência. “Os ultrabooks [laptops com maior capacidade de processamento e autonomia de uso] trarão mais interfaces de toque e gestos”, exemplifica. “Eles até vão ter formatos diferenciados, como ultrabooks conversíveis que se transformam em tablets, produtos que vão crescer muito.” 
Ele cita ainda que os atuais smartphones caminham para se equiparar, em termos de velocidade de processamento de dados, aos computadores. “Cada vez mais, as pessoas demandam processamento rápido, querem fazer tudo ao mesmo tempo e ainda ter informações contextualizadas, imagens em alta definição e executando multitarefas. Logo os smartphones terão desempenho e capacidade de um computador normal.” 
3. Integração de canais
Se para o consumidor geladeiras e televisões com acesso à internet são uma facilidade, para as empresas estas novidades representam, além de uma oportunidade, um desafio: é preciso criar mais canais de contato com o cliente, a fim de facilitar a interação e alavancar novas oportunidades de negócios, e manter esses canais alinhados, de maneira a que os consumidores percebam unidade, continuidade, enfim, um relacionamento único com diversas formas de preenchimento. 
Os canais de compra e relacionamento terão que estar cada vez mais integrados, explica Milton Neto, gerente geral Digital e Smart TV da LG Electronics. Pedro Frigo, gerente de Estratégias de Aquisições de Novos Negócios do Google, reforça: “O negócio é investir para ter integração de canais”. 
Frigo cita o exemplo das novelas para ilustrar a necessidade de as empresas atuarem em múltiplos canais de forma coordenada. “Durante a novela, as buscas pelos personagens crescem. Mas não são só pessoas procurando mais informações sobre a novela, e sim sobre o colar e a roupa dos protagonistas”, explica. “Sabemos que o consumidor busca na internet depois de ver algum produto na TV. A empresa que exibe o produto na TV precisa ter também uma mensagem receptiva na internet porque senão abre espaço para os concorrentes.” 
A maior integração implica em uma relação transparente em relação à política de preços praticada pelas companhias nos diferentes canais e também quanto à abertura para ouvir o que o cliente tem a dizer, seja contribuindo para o desenvolvimento de produtos e serviços, seja fazendo críticas. Neto, da LG, defende que as “empresas estejam mais próximas dos consumidores, entendendo-o e interagindo com ele”. 
Bruno Nowak, diretor de estratégia e desenvolvimento de novos negócios da Motorola Solutions, aponta que a relação no comércio, no passado, era muito mais pessoal, o que permitia que o vendedor pudesse oferecer aos seus clientes soluções adequadas às necessidades. “O tratamento entre conhecidos perdeu espaço e ficou impessoal, mas a internet ajuda a trazer esses vínculos de volta, essas possibilidades de personalização”, diz. 
As redes sociais servem como plataforma de contato, por meio das quais os clientes podem expor seus desejos em relação a produtos ou serviços, suas críticas sobre problemas e sugestões de resolução. Os rastros de navegação pela rede (lojas virtuais e sites de busca, por exemplo) também geram dados importantes que podem ser aproveitados para antecipar interesses dos clientes. 
“Uma pesquisa mostrou que 41% dos varejistas creem que em cinco anos poderão fornecer informações personalizadas na loja ao consumidor e 42% esperam poder oferecer promoções personalizadas e 35% dizem acreditar que será possível reconhecer seus clientes assim que eles entrarem na loja, a partir de tecnologias de leitura de rosto ou de identificação do chip do telefone.” 
Livia Chanes, sócia associada da consultoria McKinsey & Company, lembra que é preciso “transformar as pegadas da internet em dinheiro”. Ela conta, como um exemplo de sucesso, o caso de uma rede de supermercados da Coreia do Sul que criou um algoritmo (código de programação) capaz de verificar, entre suas consumidoras que estavam grávidas, que tipo de produtos elas consumiam antes de ter o filho. O sistema ajudava a antecipar promoções especiais para estas mulheres. 
4. Pagamento pelo celular
A mesma rede sul-coreana lançou um sistema revolucionário de compras que tira o cliente da loja e acaba com as filas dos caixas: uma prateleira virtual instalada no metrô exibe uma cesta de produtos que podem ser escaneados com a câmera do celular, por meio de um leitor de QR Code. Com poucos cliques, o cliente pode fechar a compra, pagar e seguir a viagem no transporte público, e o pedido chega a seu endereço no mesmo dia. 
Para Nowak, avanços neste tipo de tecnologia tendem a ficar cada vez mais frequentes daqui para a frente. “São quebras de paradigma fechar uma conta ou pagar uma compra usando o celular ou escaneando as mercadorias desejadas e fazendo com que sejam entregues em casa, poupando tempo para ser usado em outras coisas, como ir ao cinema.” 
5. Consumerização
Se o celular já é companheiro inseparável de boa parte dos indivíduos, dentro das empresas a tendência apontada pelos especialistas é de que os gadgets de seus funcionários sejam crescentemente incorporados ao ambiente de trabalho. A tendência é chamada de consumerização, ou BYOD (bring your own device, ou seja, traga o seu próprio dispositivo). 
Leite, da Cisco, diz que o BYOD vai amadurecer e as empresas deverão passar a ver esses aparelhos dos colaboradores como fontes importantes para que sejam produtivos, sempre mantendo atenção a riscos de segurança de dados. 
Tablets com acesso a sistemas corporativos de gerenciamento de dados e o incentivo ao uso de redes sociais organizacionais no celular do colaborador entram na lista, bem como o apoio para que os funcionários usem seus notebooks no ambiente de trabalho. “Ganhamos em agilidade, redução de custo, eficiência e satisfação dos funcionários.” 
6. Otimização tecnológica
A otimização tecnológica, por fim, tem a ver com o melhor uso dos dados e a contínua evolução do desenvolvimento de produtos e serviços. O armazenamento, por exemplo, já conta atualmente com a nuvem de computadores (ou cloud computing), que permite acesso remoto de discos de armazenamento – cuja capacidade só tende a crescer. 
O tamanho dos aparelhos, no caminho contrário, tende a diminuir. Para 2013, Tietê diz que a Intel já pesquisa chips menores do que o tamanho de um vírus da gripe, com altas velocidade e capacidade de processamento. Enquanto isso, as baterias também devem ganhar maior autonomia: “ao reduzir a microarquitetura, queremos gerar uma bateria capaz de durar até dez dias em stand by”. 
Tudo isso vai ao encontro da tendência apontada por Livia, da McKinsey, de otimizar o uso da tecnologia e dos dados. “O volume de dados que geramos nos últimos dez anos é dez vezes maior do que em todo o restante da história. Esse volume é gerado, mas ainda não é convertido no potencial que poderia ter de oportunidade de negócios.”
Mobilidade, mais um conteúdo de primeira classe:

http://corporate.canaltech.com.br/noticia/mobile/O-que-as-pessoas-desejam-para-o-futuro-da-mobilidade/

O que as pessoas desejam para o futuro da mobilidade?


Na semana passada, durante o Intel Developer Forum, a Dra. Genevieve Bell, antropóloga e parceira da Intel, destrinchou a questão da mobilidade e seus futuros desdobramentos. O trabalho de Bell como antropóloga da empresa revelou importantes informações sobre os desejos e frustrações das pessoas sobre seus relacionamentos com a tecnologia.
"A tecnologia da mobilidade vem transformando a sociedade humana há séculos. Seu futuro será influenciado não só pelo tamanho cada vez menor da tecnologia computacional graças à Lei de Moore, mas também pelo crescimento da população global", disse Bell. "A nossa inspiração deve vir não só da invenção de novos ingredientes tecnológicos, mas também das necessidades e desejos dos seres humanos. Não estamos definindo um futuro – e sim 7 bilhões de futuros, e contando".

Desejos e anseios da humanidade em relação à tecnologia móvel

Após um estudo realizado por ela com base em mais de 250 mil entrevistas realizadas em 45 países, Bell conseguiu elencar quatro temas globais que refletem o que as pessoas querem da mobilidade no futuro:
  1. Tecnologia verdadeiramente pessoal;
  2. Que lhes liberte de algumas das mais irritantes dificuldades de uso;
  3. Que ajude as pessoas a desfrutarem o momento;
  4. Que ajude as pessoas a serem melhores.
Durante o fórum dos desenvolvedores da Intel, a doutora ilustrou essas ideias por meio de várias demonstrações de atuais pesquisas da empresa e também de terceiros, incluindo roupas inteligentes, silício de baixo consumo e tecnologias com reconhecimento do contexto.
Por exemplo, uma "roupa inteligente" do Instituto Fraunhofer de Berlim para Confiabilidade e Microintegração foi utilizada para mostrar como a tecnologia de tamanho reduzido um dia desaparecerá dentro de objetos e espaços com os quais as pessoas interagem. Neste caso específico, um ciclista vestindo uma jaqueta com uma placa elástica de circuito instalada no tecido demonstrou que a roupa poderia piscar luzes vermelhas quando o ciclista estivesse freando.
Bell enfatizou que a Intel e toda a comunidade de desenvolvedores devem pensar além dos atuais dispositivos móveis, como smartphones e tablets, e considerem um cenário maior, que inclua infraestrutura, dados pessoais, lugares e pessoas. "Essa visão global requer uma interação constante entre o que a tecnologia torna possível e o que as pessoas desejam. A Intel fabricará a melhor tecnologia e trabalhará em parceria com os principais desenvolvedores de todo o mundo para fornecer esta inovação de silício para melhorar as experiências", disse a antropóloga.
Outra preocupação que os desenvolvedores precisam ter, de acordo com Bell, é o consumo de energia. O baixo consumo de energia é essencial para o futuro de dispositivos e sensores em vestimentas para espaços inteligentes, onde o carregamento frequente ou mesmo os cabos seriam inconvenientes ou até mesmo impossíveis.


Matéria completa: http://corporate.canaltech.com.br/noticia/mobile/O-que-as-pessoas-desejam-para-o-futuro-da-mobilidade/#ixzz3CgPPH6Oa 
O conteúdo do Canaltech é protegido sob a licença Creative Commons (CC BY-NC-ND). Você pode reproduzi-lo, desde que insira créditos COM O LINK para o conteúdo original e não faça uso comercial de nossa produção. 
Matéria interessante sobre a LOCALIZAÇÃO é a Geolocalização do site: http://www.tecmundo.com.br/o-que-e/3659-o-que-e-geolocalizacao-.htm , Confiram:

O que é geolocalização?


ando assistimos a filmes de agentes secretos vemos rastreadores colocados nas pessoas para serem encontradas a distância ao utilizar coordenadas geográficas. Mais incrível que isso é saber que a tecnologia está presente em nosso dia a dia além do que imaginamos.
Não temos chips integrados, mas apenas a partir de um computador que esteja conectado à internet é possível dizer o local de origem geográfica. Essa geolocalização geralmente funciona com a identificação do seu IP, que é capaz de informar o país, a cidade e o horário atual de onde você está.
A geolocalização também pode ser utilizada com dados a partir de um endereço MAC, RFID (identificação de radiofrequência), conexão sem-fio e coordenadas de um GPS. Vários smartphones utilizam o GPS integrado para enviar as informações de localização. Alguns, como o iPhone, pedem a sua permissão antes.
Para que isso é usado?
Já reparou que alguns banners de publicidade parecem específicos demais para você? É porque eles sabem de que cidade você está acessando o site. Isso também pode ser facilmente utilizado para tornar a busca por informações básicas mais conveniente, como acessar a previsão do tempo e ver que filmes estão em cartaz nos cinemas de sua cidade.
Em smartphones, o Twitter conta com uma função que se chama "Nearby" (por perto). Ao utilizá-la, é possível ver todas as pessoas que estão "tuitando" em regiões realmente próximas a você, sendo capaz de indicar até mesmo qual a distância específica.
Uso da geolocalização no Twitter.
Serviços online de fotos também estão investindo bastante em geolocalização e geotagging(marcação geográfica). Com uma integração ao Google Maps, o Panoramio é um serviço que mostra diretamente no mapa a origem da foto. É claro que, muitas vezes, o usuário deve determinar a localização exata. O YouTube também permite fazer algo parecido com o Panoramio.
Deixe pontos por onde passar.Em breve, poderemos realmente rastrear pessoas em tempo real a partir de serviços em nuvens — isso  com a permissão e tendo respeito à privacidade um do outro. Um deles é o Google Latitude (clique para saber mais), já disponível em algumas localidades e para poucos aparelhos de telefonia.
O HTML5 junto com a geolocalização
A nova tecnologia que promete ameaçar a vida do Flash (clique para saber mais), o HTML5, já permite utilizar a geolocalização junto no desenvolvimento de aplicações web. Ou seja, os sites podem detectar a sua localização para oferecer conteúdos específicos de maneira muito mais simples e precisa.

sábado, 6 de setembro de 2014

Um pequeno vídeo sobre paradigmas da Programação www.youtube.com/watch?v=sbqN8FVUlJI

Paradigmas da Programação

PARADIGMAS DE PROGRAMAÇÃO

Um paradigma de programação está intimamente relacionado à forma de pensar do programador e como ele busca a solução para os problemas. È o paradigma que permite ou proíbe a utilização de algumas técnicas de programação. Ele é capaz, ainda, de mostrar como o programador analisou e abstraiu o problema a resolver. Existem vários paradigmas de programação: estruturado e orientado a objetos.
Pelo paradigma estruturado (também conhecido como imperativo), qualquer problema pode ser resolvido utilizando três estruturas: seqüencial, condicional e iterativa (repetição). Além disso, procura encontrar uma forma de quebrar um problema complexo em pequenas partes simples que trabalhadas conjuntamente, permitam solucioná-lo.
A idéia é que utilizando corretamente tais estruturas, o recurso da modularização e a parametrização, seja possível criar programas com menor repetição possível de linhas de comandos.
Já o paradigma orientado a objetos compreende o problema como uma coleção de objetos interagindo por meio de trocas de mensagem. Os objetos são estruturas de dados contendo lógica. Dessa maneira, um conjunto de objetos com informações comuns e com o mesmo comportamento dá origem a uma classe.
Exemplificando, um programador que utiliza o paradigma estruturado analisa o problema tentando relacionar as ações que deverão ser executadas e como poderão ser divididas em módulos. Um programador que utilize o paradigma orientado a objetos analisaria o mesmo problema tentando identificar os objetos que compõem esta realidade e como eles interagem.
Como o paradigma está ligado a forma de pensar do programador, o simples fato de se utilizar, por exemplo, uma linguagem com suporte nativo à orientação a objetos não implica que a solução apresentada seja orientada a objetos, ou, então, muitas soluções não estruturadas são feitas utilizando linguagens com suporte a estruturação.
Vamos verificar agora, por meio de um exemplo, a aplicação dos dois paradigmas na resolução de um mesmo problema.
O problema é calcular a área e o perímetro de um retângulo. Para isso, deverá existir uma janela, pela qual serão informadas  as medidas dos lados do retângulo e poderão ser vistos os cálculos realizados. Trata-se de um problema simples. Como vamos resilve-lo?
Segundo o paradigma estruturado (ou imperativo), devemos detalhar as ações necessárias para chegas à resposta necessária.
  1. Obter o valor da altura do retângulo
  2. Obter o valor da largura do retângulo
  3. Calcular a área
  4. Calcular o perímetro
  5. Mostrar os cálculos realizados
Posteriormente, devemos analisar a melhor forma de modularizar a solução, para que cada módulo realize uma tarefa bem específica, capaz de ser reutilizada o máximo possível.
Cada módulo poderá receber valores e também devolver um valor a quem solicitou. Neste exemplo, nossa solução será composta por três módulos: o principal, pelo qual  execução começará, o calculaArea, responsável por calcular e devolver o valor da área do retângulo; e o calculaPerimetro, responsável por calcular e devolver o valor do perímetro do retângulo.
Em Java, usando o paradigma estruturado, a solução ficaria como se segue:
Por sua vez, o paradigma orientado a objetos propõe que a solução de qualquer problema pode ser obtida seguindo estas etapas:
  1. Procurar objetos existentes no problema
  2. Determinar as características e responsabilidades de cada objeto
  3. Estabelecer como ocorrerá a interação entre os objetos
Assim, pelo que foi apresentado e analisado no exemplo, observamos a existência de dois objetos: o retângulo e a janela.
O objeto retângulo tem a obrigação de armazenar e manipular o valor da altura e da largura, além de calcular a área e perímetro.
A janela tem a obrigação de receber os valores iniciais (altura e largura) e enviá-los para o retângulo. Depois disso, deve solicitar os valores da área e do perímetro ao objeto retângulo para mostrá-los.
A comunicação entre os objetos janela e retângulo é conhecida como troca de mensagens.
Em Java, usando o paradigma orientado a objetos, a solução ficaria da forma descrita abaixo:
Em um arquivo salvo como retângulo.java
Como visto acima um arquivo Retangulo.java para a classe retângulo foi mostrado acima, agora mostrarei um arquivo para a classe Janela sendo seu nome Janela.java
Cada linguagem de programação atende pelo menos um paradigma. Alguns autores consideram que qualquer paradigma pode ser implementado em qualquer linguagem (inclusive assembly), pois depende apenas da forma de pensar do programador e da sua habilidade de programar. De forma inversa, também se pode afirmar que o fato de a linguagem dar suporte nativo a determinado paradigma não significa que ele foi utilizado.
Além disso, deve-se observar que o paradigma orientado a objetos não exclui o estruturado. Ao contrário eles trabalham juntos uma vez que toda a lógica embutida nos objetos segue o pensamento estruturado.
Por fim, uma observação importantíssima precisa ser feita neste momento, este estudo visa o objetivo desenvolvimento da lógica em programadores iniciantes, juntamente com a utilização das estruturas de controle, estruturas de dados e dos recursos de modularização, para mais detalhes sobre orientação a objetos favor estudar as páginas sobre C++ e Java, pois aqui vamos prosseguir nossos estudos sobre algoritmos no paradigma estruturado

GSM, 3G, EDGE, HPSA, 4G e LTE: entenda as siglas de conexão mobile

Por Rafael Romer RSS | 02.04.2013 às 18h03
Com a crescente expansão das redes 4G ao redor do planeta, mais uma sigla de conexão mobile passa a fazer parte da lista de protocolos de telefonia móvel existentes. Mas você sabe o que é cada um deles? Ou o que estas siglas significam? Fizemos um dicionário com os principais termos do tipo para explicar como esses padrões evoluíram. Confira!
1G
O 1G se refere à primeira geração da tecnologia de telefonia móvel sem fio, analógica, introduzida no começo dos anos oitenta por diversos fabricantes diferentes ao redor do mundo. Ainda muito rudimentar, a tecnologia dependia de modems externos acoplados aos aparelhos para fazer a troca de dados, e tinha velocidades de download que ficavam sempre abaixo dos 10 Kbits por segundo*.
Os primeiros aparelhos ligados a essa rede sofriam ainda com outro problema de compatibilidade, já que as primeiras redes móveis de celular não possuíam uma padronização, com cada fabricante buscando uma forma de implantar sua rede de telefonia. "Isso gerava um ônus muito grande para o usuário, porque eram aparelhos incompatíveis, com redes incompatíveis – ainda mais se você pensar em pessoas que migravam entre países, isso era um grande problema", explica o especialista em Redes de Computadores, consultor na área de Telecom e professor da FIAP, Luís Mateus.
GSM (2G)
Sigla para Global System for Mobile Comunication (ou Sistema Global para Comunicação Móvel, em tradução livre), o GSM, também conhecido como 2G, já mostra logo de cara sua função: o protocolo foi o responsável pela padronização da telefonia móvel. Uma das principais vantagens do 2G é que as conversas passaram de analógicas para a criptografica digital, o que as tornava muito mais eficientes na ocupação do espectro de telefonia, fato que colaborou para a expansão mobile.
O GSM começou a ser desenvolvido por países europeus que buscavam o fim dos problemas de incompatibilidade do 1G ainda na década de 80, mas só entrou em atividade em 1991, quando a primeira ligação na rede foi feita. "Foram criados padrões para todos os fabricantes se juntarem, para que falassem a mesma língua e tivessem compatibilidade de qualquer tipo de aparelho em redes pelo mundo inteiro. Foi uma grande revolução", afirma Luís.
As primeiras experiências com a rede já mostravam taxas de transferência de até 97 Kbps (apesar de não ser a velocidade final vista pelo usuário), o que já permitiu pequenos avanços, como o download de e-mails para o celular, por exemplo.
GPRS
Considerada por alguns especialistas a rede "2,5G", o General Packet Radio Service (ou Serviço de Rádio de Pacote Geral) trouxe uma melhora significativa para as transmissões móveis, aumentando as taxas de transferência de dados em redes GSM – apesar de ainda não chegar no patamar do conhecido 3G.
Com velocidades de cerca de 32 Kbps a 80 Kbps para o usuário final, o GPRS trouxe algumas funcionalidades, como a utilização simultânea de dados e voz e o acesso imediato e permanente à rede de dados, que não estavam presentes no GSM. "Não eram taxas tão boas para a experiência de acesso à Internet. Mas empresas de Telecom começaram a usar (a tecnologia) para caixas eletrônicos (ATMs), por exemplo, como uma boa solução para  montar uma ATM sem ter que conversar com a prefeitura para levar cabos elétricos. Para colocar ATMs em um shopping, por exemplo, a parte de infraestrutura ficou muito mais fácil", explica o professor.
EDGE
Próximo passo da evolução do GPRS, o EDGE, ou Enhanced Date Rates For GSM Evolution (Taxas de Dados Ampliadas para a Evolução do GSM), é uma sigla bem mais conhecida por usuários atuais de telefonia móvel. Apesar de já ser considerado uma tecnologia de terceira geração (3G), o EDGE é chamado por alguns especialistas de "2.75G", representando mais um degrau na escada de evolução das redes móveis, com uma capacidade de banda de até 236 Kbps. "O EDGE, na parte de dados, foi o limítrofe entre o 2G e o 3G, foi a porta de entrada para as redes 3G", relata Luís.
A tecnologia ainda é muito vista no continente sul-americano, por exemplo, que ainda tem uma grande infra-estrutura de redes 2G em uso. Muitas vezes, smartphones com pacotes de dados 3G podem, de repente, aparecer conectados à rede EDGE, por uma questão de tráfego intenso na rede das operadoras, que voltam o usuário para a rede anterior. "Às vezes você está em uma rede 3G e naquele momento não tem uma 'vaga' para você naquela tecnologia, e por uma queda de sinal você volta para o 2G", diz Luís, explicando que a rede funciona como uma "área de reserva".
3G
Geração atual e ainda a mais utilizada no mundo, o 3G marcou uma maneira mais eficiente de se navegar na internet em redes sociais e utilizar o smartphone em tarefas do dia-a-dia como comunicação VoIP, em vídeo, mensagens de e-mail e mensagens instantâneas. O 3G passou a ser oferecido em 2001 em regiões como Japão, China e Europa através do sistema UMTS (Universal Mobile Telecommunications System, ou Sistema Móvel de Telecomunicações Universal), oferencendo velocidades que pela primeira vez atingiam a casa dos megabits por segundo.
Como a rede não utilizava a mesma frequência de rádio da geração anterior, a adoção do padrão foi mais lenta, já que as operadoras precisaram investir nas novas redes e bandas. Uma das desvantagens do 3G ainda é que, apesar de ter se tornado o novo padrão para smartphones, áreas com baixas coberturas ainda são comuns, principalmente em países como o Brasil, que tem uma cobertura 19% pior do que a média global, segundo a empresa britânica de medição de redes de telefonia Open Signal.
"Hoje, a infra-estrutura de telecomunicação que nós temos no Brasil ainda é insuficiente para que possamos explorar tudo que a tecnologia 3G ainda tem a oferecer", afirma Luís. Além da inconveniência das sombras na rede e baixa velocidade média, isso acaba gerando problemas de utilidade para o usuário, como a redução da vida útil de baterias por causa da constante busca por sinal de 3G que os dispositivos precisam realizar.
HPSA (e HPSA+)
Da mesma maneira que algumas vezes passamos do 3G para o EDGE, é possível navegar na rede HPSA, considerada uma evolução do 3G rumo ao 4G (algo como o "3.5G"). Sua sigla significa High Speed Packet Access (ou Pacote de Acesso de Alta Velocidade), que amplifica e melhora o desempenho do 3G através do uso dos protocolos HSDPA e HSUPA. Lançado em 2008 e adotado mundialmente em 2010, o padrão permite velocidades hipotéticas de até 84 Mpbs de download em sua versão mais atual, o HPSA+.
4G
A rede 4G, também conhecida como LTE, sigla para Long Term Evolution (ou Evolução de Longo Prazo), é o padrão mais recente e ainda em implantação pelo mundo, que promete transmissões de dados em bandas ultra largas. Para Luís Mateus, a rede 4G representa um momento importante na área das telecomunicações, no qual o usuário deixa de aceitar uma banda de transmissão menor para se ganhar a mobilidade, o que acontecia até a geração anterior, para passar a exigir ambos em seus dipositivos: portabilidade e banda larga. "Hoje alguém com um tablet não aceita que a velocidade de acesso à Internet seja inferior àquela obtida em casa. A pessoa não vai ligar a mobilidade à nenhum tipo de ônus", afirma o professor.
Teoricamente, o 4G tem potencial para atingir velocidades de até 300 Mbps, mas ainda deve ser muito explorado antes de chegar ao seu máximo potencial. "É uma tecnologia que já prevê velocidades que hoje nós não temos capacidade de atingir", explica Luís. Atualmente, a Suécia lidera o ranking de países com a melhor velocidade de 4G do mundo, com downloads de 22,1 Mbps para os usuários. "A migração da rede 3G para 4G, em proporções mundiais, não será algo tão rápido, e quando estivermos na rede 4G, vamos ter muita lenha para queimar ainda", brinca.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Empresas de tecnologia investem na comunidade acadêmica.

Boa noite, pessoal!
Dando continuidade as nossas postagens, sobra a área de tecnologia, segue uma matéria bem interessante que relata como algumas empresas investem nos estudantes da nossa área.

http://olhardigital.uol.com.br/video/empresas-de-tecnologia-investem-na-comunidade-academica/33703


Material retirado do site: www.olhardigital.com.br em  02/09/2014.

O que é Web Semântica?

Pode guardar a gramática, pois o assunto não tem nada em comum com língua portuguesa. Web Semântica é um novo conceito de internet que surge para mudar tudo o que conhecemos através da rede e a nossa interatividade com ela dentro dos próximos anos. Mas você saberia dizer exatamente do que se trata?

O problema

O crescimento da internet foi muito grande e em menos de duas décadas e o que era um projeto para compartilhar informações do mundo todo acabou criando proporções inimagináveis. Isto certamente é muito bom por conta da abrangência e da quantidade de fontes com conteúdos diversos, mas acabou ocasionando um verdadeiro caos de informações. Como qualquer um publica suas próprias informações, o volume é tão absurdo que acaba poluindo os resultados e tornando a navegação cada vez mais confusa e dispersa.

A solução

Web Semântica não se trata de uma nova rede de informações, mas sim de um projeto para aplicar conceitos inteligentes na internet atual. Nela cada informação vem com um significado bem definido e não se encontra mais solta no mar de conteúdo, permitindo uma melhor interação com o usuário. Novos motores de busca, interfaces inovadoras, criação de dicionários de sinônimos e a organização inteligente de conteúdos são alguns exemplos de aprimoramento. Desta forma você não vai mais precisar minerar a internet em busca daquilo que você procura, ela vai passar a se comportar como um todo, e não mais como um monte de informação empilhada.


O implemento desta nova tecnologia começou recentemente e ainda vai levar mais alguns anos até que entre completamente em vigor e dê um jeito em toda a enorme bagunça que a internet se tornou. Mesmo assim você já pode conferir os primeiros resultados deste novo conceito em ação, por exemplo: no site do Google, digite a palavra “define:” seguida de qualquer outra palavra. Ao invés de receber uma séria de páginas com resultados genéricos, o site exibe para você apenas páginas que definem a palavra que você escolheu, é a internet ganhando inteligência artificial para filtrar o que você procura.

Em resumo, Web Semântica é um novo passo no desenvolvimento da internet marcado principalmente pela organização do conteúdo e pela interação inteligente do usuário com o material disponibilizado na rede. É a tecnologia de um novo passo na internet transformando a rede virtual de informações em um ambiente cada vez mais humano.